O cérebro não pensa, está parado, o corpo acompanha o cérebro, balança-se de acordo com a brisa que passa e que murmura para se mexer.
Quer dar mais, não consegue, sabe que este é o último período e com ele uma data de oportunidades, não se concentra.
Não estuda, adormece mesmo que os olhos se mantenham abertos, não vale a pena e no entanto a profundidade da consciência continua a lutar para alcançar o objectivo futuro.
E no fim permanece a dor, o remorso por saber que devia ter feito e devia estar a fazer mais. Mas o corpo não responde.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Confusão de ódios
Ódio alimenta mais ódio que cria uma sede e desejo de vingança insaciável que corrompe até ao fundo do ser de cada um vez.
Olho por olho dente por dente é o lema de todos, manipulação, vingança, dor, faz tudo parte do mesmo alfabeto, o da malvadez, que nos prende e não nos larga enquanto não fizermos sofrer aqueles que o fizeram connosco.
Arrastamos quem gostamos para o meio dessa roleta na qual e hipótese de escapar impune é mínima, magoamos os outros, nós e os nossos.
Hoje a compaixão e pena levou-me a sentir sede de vingança outra vez, mas acabou. Magico macabros planos na minha mente deturpada pelo ódio de quem um dia roubou e esfolou os meus sentimentos para que demorassem a sarar.
Não sararam, os pontos que ligam a carne do que resta deles ainda estão por remover, e por isso sou arrastada para esta corrida contra o participar muito no mal.
Mas acabou, não quero mais sujidade para as mãos que estou a limpar, as minhas, prefiro sair digna e elevada do patamar onde se colocaram e para onde me puxam.
Não vou magoar, não me vou vingar, vou proteger os meus, vou proteger-me a mim.
Olho por olho dente por dente é o lema de todos, manipulação, vingança, dor, faz tudo parte do mesmo alfabeto, o da malvadez, que nos prende e não nos larga enquanto não fizermos sofrer aqueles que o fizeram connosco.
Arrastamos quem gostamos para o meio dessa roleta na qual e hipótese de escapar impune é mínima, magoamos os outros, nós e os nossos.
Hoje a compaixão e pena levou-me a sentir sede de vingança outra vez, mas acabou. Magico macabros planos na minha mente deturpada pelo ódio de quem um dia roubou e esfolou os meus sentimentos para que demorassem a sarar.
Não sararam, os pontos que ligam a carne do que resta deles ainda estão por remover, e por isso sou arrastada para esta corrida contra o participar muito no mal.
Mas acabou, não quero mais sujidade para as mãos que estou a limpar, as minhas, prefiro sair digna e elevada do patamar onde se colocaram e para onde me puxam.
Não vou magoar, não me vou vingar, vou proteger os meus, vou proteger-me a mim.
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