O tempo passava, e eu sentia-o passar.
Não havia nada a fazer, não tinha ideias, não pensava, e no entanto a mão escrevia linhas tortas, na esperança de que alguma delas estivesse certa.
De resto só ouvia os gritos e o pânico à minha volta, entreguei-me a ele ...
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domingo, 27 de novembro de 2011
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