segunda-feira, 2 de maio de 2011

Eles não sabem que o sonho, é uma constante da vida, tão concreta e definida, como outa coisa qualquer. E prefiro continuar a não saber ...

Acordei com a voz da minha mãe, aquela voz familiar que nos traz conforto em qualquer lugar do mundo, aquela voz que nos faz acordar dos nossos pesadelos, e sinceramente naquele dia era nisso que aquele sonho se estava a tornar.
Estava cansada porque tinha tido um almoço/lanche/jantar de amigos e tinha chegado tarde a casa, tinha adormecido no carro e só me lembro de ter acordado ensonada e me ter mudado para a cama, e foi quando fechei os olhos e mergulhei num sono profundo que tudo começou.
Foi um sonho estranho, um sonho acerca do passado, do presente e do futuro, eu mudava o passado, ou melhor, mudavam o passado comigo, o mais engraçado é que eu nem tinha percebido que isso tinha acontecido, mas no parte do futuro aconteceu o que eu não estava mesmo à espera, algo que me derreteu e chocou ao mesmo tempo.
Mas oportunamente a minha mãe entrou, parece que desta vez fui salva do meu sub-consciente, não quero ter de ser salva de uma próxima.

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